quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Preocupação de filho


O Tomás está doente.
Um nariz entupido que provoca umas dores de ouvidos horrendas, que não deixam o sono cumprir-se, que arrasta um cansaço, que pede umas horas de sono que as dores não permitem.... enfim, um inferno (frio).
Ontem a febre fez-se anunciar, fazendo prever um cenário mais grave.
Hoje fomos ao médico, onde lá explicou o que se passava consigo. 
Médico fantástico e atencioso (pouco frequente no Centro de Saúde) que entre umas perguntas e explicações lá fez o exame que revelou... nada de especial. Ainda não há infecção, continuemos com a medicação já adoptada e esperemos mais uns três ou quatro dias do mesmo.
No caminho para casa, o rapaz constatou que os irmãos também já estiveram doentes antes dele (o Miguel ainda está, coitado), e não estão em casa e congratulou-se com o facto de eu, a mãe, não estar também doente.
É que, se tu estivesses doente quem cuidava de ti?!
Tão querido, o meu filho, amoroso!!! 

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Ai as imagens... enganadoras!


P e um a, pá; p e um o, pu (inteligente, o rapaz!).
Deita o olho às imagens e "lê":  pe-ru...
Conclusão:
as imagens só complicam... sem elas lê perfeitamente!

A aprender a ler

P e um a, pá; p e um a pa.
Então lê lá.
(Olhando de soslaio para as imagens... restam duas):
Ca-ne-ca.
Tomás!!!
Ai, não... ti-ge-la.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Ohh! Tomás, acho que vamos apanhar fila hoje...
Queres saber?
O quê?
Hoje há fila no meu nariz...
No teu nariz?!!!
Sim, tenho montes de "macacos" a querer sair.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Super herói



Tomás, dormiste bem?
Não.
Porquê? Tiveste pesadelos? Sonhos maus?
Pois foi.
Não precisas de ter medo, é que tu és um super herói.
Pois sou, por isso é que acordo muito depressa e venho a correr para a vossa cama!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Tomas 1 Pai 0


O Tomas, bem como os irmãos,ficou em casa com o pai,que a mãe teve formação.
Arroz de tomate e douradinhos foi o menu.
Foi também noite de birra. O Tomás não quis comer.
Mais tarde pediu a costumeira papa cerelac. O pai negou, aqueceu o jantar e recolocou-o á frente.~
Nada.
Foi buscar um carrinho e pôs-se a brincar á mesa até adormecer.
Foi só por na cama e dormir a noite toda.


De manhã, acordou super bem disposto e antes do pai.
Comeu a sua papa matinal.
Quando o pai acordou, deu-lhe os bons dias e perguntou-lhe se já tinha comido?~
Resposta: "Já.Comi papa,e não comi o jantar"...

Tomaguês part IV


O Tomás tem uns "bosskers" do spider man vermelho.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Ginasta?!

Ainda na escola da mãe.



Eu era a mãe...

De vez em quando vou à escola da mãe.
Adoro...



Gosto de ser a mãe.



divirto-me a valer.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

E... finalmente, mais neve



A neve é fixe



Neve, neve...



Posso mexer?!



Parece que neva...

Férias

Esta Páscoa, fui outra vez à Serra da Estrela.
Desta vez vi nevar e brinquei com neve fofa, fria, branca e "escorregativa".
Os manos velhos divertiram-se tanto como eu.
Mas eu... foi aquela coisa que quem me conhece sabe... brincar até cair para o lado.









quarta-feira, 8 de abril de 2009

Gosto de ti como...


Gostas de mim, Tomás?
Perguntou-lhe hoje o irmão mais velho.
Gosto de ti como o Miguel gosta de mim.
Quer dizer muito, na sua linguagem.

segunda-feira, 6 de abril de 2009


Hoje o Tomás resolveu mexer mais do que devia na televisão, na caixa da Zon e sei lá em que mais e acabou por retirar o cartão da box, pelo que ficamos sem tv.
Disse-lhe, bom, Tomás vamos ter de esperar pelo pai para resolver isto!
Quase não me deu tempo para acabar a frase e já foi pedindo:
Mas não digas ao pai que fui eu.
Então vou dizer que foi quem?
Não sei, mas não digas que foi o Miguel, nem o João, nem a Luisa.
Porquê que não posso dizer ao pai que foste tu?
Porque o pai dói...

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Ora não querem lá ver?!


"Ai mãe, o pai vai-te matar!"
Disse-me hoje o Tomás quando me viu a cuscar o blogue do pai.

sábado, 28 de março de 2009



O Tomas agarra-se á Tv para ver!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Ups!!!


No Sábado passado o puto brincava pela sala quando encontrou uma porca (daquelas que precisam de parafuso e não de porco).
Brilhante...
Pesadinha...
Agradável ao toque...
Quem sabe se não é divertido enrosca-la na língua?!
Pois o rapaz meteu-a na boca.
Deitou-se no sofá com a coisa na boca...
A mãe passava a ferro...
O pai às voltas com o computador (que mais havia de ser?!)...
E a porquinha na boca quis conhecer um pouco o íntimo doTomás (curiosa!)
Que foi, filho?
Estás mal disposto?
(Aceno que não com a cabeça.)
Engoli...
Engoliste o quê?!
Lembrei-me de ter visto a dita porca na banca da cozinha.
Toca de correr à caixa das ferramentas.
Era assim?
ERA (a alegria estampada no rosto).
Mão esticada a gesticular dá cá, dá cá...
Agora a espera.
Um dia.
Dois dias ... uma noite de mau sono...quatro dias e ...
Finalmente ... a real...
Que é da porca?
Nem sinal...
Até agora se espera cá em casa...
A tia, especialista, diz que há-de sair. Que não me preocupe.
Aquela porquinha podia ter-me perguntado que eu dizia-lhe como o meu filho é lindo... por fora e por dentro.


sábado, 14 de março de 2009

Tomagues, outra vez



O Tomás é um conversador...
Tanto que nos chega a deixar os cabelos em pé.
Já consegue pronunciar correctamente muitas das palavras que não sabia dizer bem, mas há outras que continuam a ser complicadas.
O gofetão persiste, mas há mais:
Bulhantes são as estrelas e se corre muito fica todo estrampirado se o chão está molhado farta-se de escuderrar.
Uma coisa é certa, não há quem não o entenda porque ele nunca desiste de se explicar.

Quem fala assim...

Amigo do meu amigo...



Os nossos amigos também têm amigos e os amigos (que ninguém vê) do Tomás não são diferentes. Não sei os seus nomes, não consigo repeti-los, mas já sei da sua existência porque o rapaz não se coibe de falar deles. Fartam-se de discutir uns com os outros. Não conheço os pormenores das discussões, até porque só ouço o Tomás, mas que parecem acaloradas, lá isso parecem...

No outro dia, enquanto o forno se encarregava do jantar, eu preparava a salada e ele conversava em frente ao espelho formado pela porta iluminada do forno. Esta conversa animada foi ganhando calor ao mesmo tempo que o assado. A discussão estava a tornar-se feia e o Tomás perdia capacidade de argumentar, pensava eu, quando, subitamente, ouço:

" Mas eu sou um menino de verdade e tu és só uma imagem aí no espelho!!!"

E ponto final nesta contenda.